Faça também o seu comentário
Uma categoria como esta não pode ser enrolada. Conversar sobre salario no ano que vem é uma piada. Quando foi que eles estiveram autorizados? Não sejamos inocentes. Recomposição e reestruturação já. Não somos crianças. Os impostos, gasolina, escola, alimentos, aumentaram, isto nos últimos três anos e o nosso subsidio é o mesmo.
Vanderlei CruzBrasilia (DF)
30/09/2011
Parabéns ao nosso Presidente pelo artigo: "Duas visões da Polícia Federal." Creio que traduz a realidade hodierna e manifesta o real pensamento e sentimentos de todos os integrantes da nossa gloriosa PF.
Parabéns!
Manoel de Santana NetoBrasília (DF)
14/09/2011
Colegas,
Temos que nos mobilizar urgentemente!!! E não adianta um pequeno grupo em poucos estados. Tem que ser todo mundo e todos os estados!! O interesse é de todos os policiais. Temos que parar tudo. A PF está perdendo a força, estão negando há anos os nossos reajustes e o reconhecimento do cargo como nível superior. Isso é um absurdo! Há pouco tempo, nosso salário era maior do que os das Agências Reguladoras e ABIN. Hoje todos estão ganhando o dobro. Não podemos aceitar mais uma enrolação do governo. O Judiciário reclamou, a presidente voltou atrás... E a força da PF, quem é que arrisca a vida por esse país?? Vamos juntar as forças de todos os policiais de todo o Brasil e da Polícia Civil do DF e lutar pelos nossos direitos!!!
MARCELA ARAÚJOBrasília (DF)
02/09/2011
Senhores,
fiquei bastante decepcionado ao participar de Assembléia promovida hoje(31/08) pelo SINDPOL/DF.
Sei que a situação é difícil e aprecio a honestidade do colega Leal ao reportá-la aos policiais, esperava, entretanto, um posicionamento mais indignado do mesmo frente à falta de respeito com que estamos sendo tratados pelo governo.
O colega Nazazieno da Fenapef também se mostrou demasiadamente conformado com a situação (há anos estamos sendo enganados!).
Somente o discurso do Miro representou o sentimento de revolta de quem que está vendo a carreira policial ser desvalorizada de maneira acintosa.
Vamos agir com inteligência e de modo estratégico, não podemos aceitar conformados as humilhações que tentam nos impor!
Maurício do Nascimento JúlioBrasilia (DF)
02/09/2011
Prezados Senhores,
Estou mandando esse e-mail para vocês porque, tanto a PF quanto a PCDF, precisam tomar uma providência com relação ao esclarecimento ao Correio Braziliense sobre como devem redigir uma matéria, principalmente quando se trata de servidor público. Não sei qual é o objetivo desse jornal, porém, quando o assunto é o tal servidor público, só sabem denegrir, barbarizar. Vamos lá: o Correio publicou matéria de capa, nesse domingo, 21/08/11, dizendo que os servidores públicos tiveram ganho real exorbitante!!! Ora, além de tendenciosa, essa matéria soma banana com laranja. Já é hora dos nossos sindicatos exigirem uma correção de informações porque isso confunde a população e nos coloca contra ela, principalmente quando precisamos de apoio. Se não viram, esclareço o que fizeram:
O correio publicou um salário de agente, escrivão, etc, como sendo R$ 6010,97 em 2002 e disse que esse salário teria subido para R$ 11.879,08. Senhores olhem a forma tendenciosa! Esse era o SALÁRIO DA 3ª CLASSE!! Eles informam depois o da Classe Especial, de 2011, para dizer que houve um ganho real assustador de 97,6%!!. Primeiro, não informam que, para mudar de classe, atualmente, pelo menos, o servidor tem que esperar 5 anos! Depois ainda comparam o salário de 3ª classe com o da especial ao longo dos anos!!Qual o objetivo do correio em fazer tal comparação? O mesmo salário, de 3ª classe, foi para R$ 7.514,33. Daí que o tão alardeado ganho "real", fica em torno de 25% no máximo. O salário do delegado foi para 13.368,68 e, não, para R$ 19 e tanto! O informado na matéria é o da classe especial também.
Além disso, nossos sindicatos têm de esclarecer uma coisa que a mídia nunca informa: que não há seguro de vida, que a Policia Civil do DF, por exemplo, não tem plano de saúde, que o servidor não tem FGTS em troca da estabilidade, que ele desconta 11% sobre o total da remuneração e, não, como na iniciativa privada, um percentual que atinge no máximo o teto do INSS... Esses detalhes, ou seja, a quantidade de coisas que um policial, seja ele federal, seja ele civil do DF, tem que pagar do bolso, isso a mídia nunca informa e nossos sindicatos também não!!! A imprensa diz, somente, que o policial ganha uma exorbitância!!! O Policial Militar do DF também é criticado... E o custo de vida do DF? Ninguém fala também. E, por fim, cabe observar: há inúmeras carreiras, como a policial, por exemplo, cujos REQUISITOS para preeenchimento do cargo são inúmeros, muito diferentes, tanto dos de outros cargos do governo, quanto da maioria dos cargos da iniciativa privada. As provas são rigorosissímas, envolvem inúmeros conhecimentos, além da parte médica, física, psicológica , etc, etc. Isso sem contar as academias destas carreiras, cujos cursos de formação são eliminatórios e rigorosíssimos. Tanto quanto se sabe, o salário de um cargo é basicamente determinado pelos requisitos necessários ao preenchimento de tal posto. Isso também o correio nunca informa.
Finalmente, senhores, acho nossas mídias deveriam passar a dizer essas verdades urgentemente. Todo mundo com quem converso NÃO SABE QUE É ASSIM, NÃO SABE QUE DESCONTAMOS TANTO, QUE AS REGRAS SÃO OUTRAS, QUE NÃO TEMOS AUXILIO ALIMENTAÇÃO COMO OS DO SENADO, ETC, ETC, ETC.
Acho que precisamos ser mais incisivos e não deixar a imprensa ficar fazendo a cabeça da população, sem resposta de nossos órgãos. Eu quis escrever para o Correio, mas era necessário deixar nome, endereço e tudo. Por questão de segurança minha, como policial, não o fiz, MAS NOSSAS ENTIDADES PODEM. Por favor, vamos esclarecer esses assuntos para o nosso bem.
Agradecendo muito a atençãoMARCIABrasilia (DF)
22/08/2011
Senhor Presidente do SINDIPOL/DF,
Como servidor público federal eu não poderia deixar de alertar a esse sindicato, que representa uma categoria tão importante que é a Polícia Federal, acerca da reportagem da capa do jornal Correio Braziliense deste domingo (21.08.2011), que traz um artigo tendencioso e uma tabela irreal de salários, tratando, inclusive, de forma incorreta dos salários da Polícia Federal.
Dessa forma, esse contanto é apenas no intuito de alertar esse importante sindicato, para que tome as providências que julgar cabíveis, haja vista que a reportagem teve o claro intuito de denegrir a imagem do servidor público perante a opinião pública.SERGIO RICARDO DESIDERIO DA SILVABrasilia (DF)
22/08/2011
Caríssimos amigos, vale lembrar que esta redação:
"O exercício do direito de greve é defeso aos contingentes de forças policiais armadas" é uma proposta da Central Sindical CUT e não é compartilhada pelas demais, onde a redação e totalmente contra esta preposição arbitraria e cruel. Fico triste em ver a CUT ter coragem de ir contra os trabalhadores da segurança pública, ou melhor talvez isto já seria o esperado.Weber Henrique Nascimento MarquesSão Luiz (MA)
22/08/2011
se os pf/df e a pc/df se unirem, ambas as categorias conseguem o que querem, e só querem o que é justo. Num passado não tão remoto tinhamos um salário digno.
Vanderlei PereiraBrasília (DF)
15/08/2011
Sou Papiloscopista da Polícia Civil do DF, e mais uma vez vejo que os Peritos Criminais da P.F., bem como os do P.C.-D.F. não desistem de nos prejudicar. Hoje quem mais esclarece crimes, tanto na P.C.- DF quanto na P.F. são os Papiloscopistas, e não ficam por muito tempo sem sofrer ataques, como por exemplo a usurpação de suas funções, na P.F., e a ameaça de não poder mais assinar os seus laudos, na P.C.-D.F.. Estou na Polícia há 18 anos e não vejo esta luta terminar. O mais estranho é que todas as outras categorias dizem nos apoiar, mas fica só no "tapinha nas costas". As Direções de ambas também não tomam medidas administrativas que coloquem fim nesta pendência que tanto nos prejudicam, bem como as instituições envolvidas e a própria sociedade. Até quando?
Marcelo Jacinto da SilvaBrasília (DF)
25/07/2011
Belo texto do colega HUGO. Faz referências à falta de trabalho coletivo pela eleição de quem represente os reais interesses da maioria no DPF.
No entanto equivocou-se com o nome do Deputado Distrital eleito por Brasília - Welington, agente de Polícia Civil e não Washington, Delegado.
Não se pode esquecer, ainda, que apesar de não haver a participação do coletivo de agentes, escrivães e papiloscopistas, tivemos a eleição do suplente de senador pelo DF, Cláudio Avelar, que abriu mão da candidatura à deputado federal, que apesar das excelentes perspectivas, não contou com o envolvimento financeiro da categoria, de forma a sustentar as pesadas despesas de campanha, mas que pelo trabalho desenvolvido, foi convidado a compor a chapa majoritária, sendo eleito em 2010 e que assina esse comentário. Parabéns ao colega que começa a provocar o consciente adormecido dos policiais federais, por iniciar a discussão de necessidade urgente de mudança do paradigma representativo.
Claudio AvelarBrasilia (DF)
27/06/2011
"Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim."
Carlos Drummond de Andrade
Sou uma dos 10 irmãos do agente da Polícia Federal ANTONIO PEREIRA NEVES que foi brutalmente assassinado em Santo Antonio do Descoberto-Go, numa tentativa de assalto e após descobrirem que ele era policial, o mataram e atearam fogo na camionete Mitushubsh.
Agradecemos o carinho, a atenção de todos os colegas e amigos.
E ressaltamos o eficiente trabalho da Polícia Civil do Santo Antonio que elucidou o caso e já detiveram seis dos oito elementos envolvidos no crime.
Reconhecemos o empenho em contribuir com as investigações dos policiais do DF.
Deus nos ilumine e nos dê coragem e força para que busquemos meios de que fatalidades iguais não sejam banalizadas e que sejam tratadas com o cuidado e com o rigor que mereçam.
muito grata,
Vivi
AVELINA PEREIRA NEVESBrasília (DF)
20/04/2011
Reportando à matéria NÃO BASTA APENAS CHORAR OS NOSSOS MORTOS, tomo a liberdade de discordar em parte, do artigo. Uma Instituíção não pode criar um setor casuístico, que vai atuar somente quando ocorrer a morte de um policial federal. Ora, existe um comentário nesta página onde o Sr Tadeu, de Brasília, tece comentários referente ao empenho de policiais de outras forças que se empenharam em buscar os assasinos do APF.
Cordialmente.
Augusto Araujo
Brasília-DF
Augusto AraujoÁguas Claras - Brasília (DF)
06/04/2011
Nos últimos meses, fomos abalados com a morte de dois colegas aqui em Brasília, ambos vítimas da violência que aflige toda a sociedade. Não vou aqui falar da onda de medo, ou da falta de políticas públicas para o problema; terei sim que tentar traduzir meu desalento em algumas poucas palavras, o que será muito difícil.
Quando recebi as notícias que colegas foram mortos, fiquei esperando uma reação que não ocorreu, fosse por parte dos colegas "vivos" ou pelo menos do DPF como instituição; sendo que deste último sei que não podemos esperar muita coisa, pois no tempo em que sou servidor deste departamento aprendi que devemos nos valer mais dos amigos do que do órgão; para falar mais a verdade é até melhor você procurar ajuda em outras instituições, será menos decepcionante.
Mas o que mais me assombrou, e foi corroborado por outros colegas que participaram mais ativamente dos fatos, é que tinha mais policiais de outras polícias (Militar, Civil e Rodoviária Federal) tentando ajudar na captura dos criminosos do que da Polícia Federal. Alguns dos colegas da P.F. ficaram até, nas próprias palavras destes,constrangidos com tal situação.
Acho que devemos reavaliar nossas posições e tentarmos nos unir mais, pois eu sei que cedo ou tarde precisarei da ajuda de qualquer colega que possa me amparar.
Ao conversar com um dos irmãos do último colega morto em Santo Antônio do Descoberto (região do entorno de Brasília), o mesmo pediu que fizessemos alguma coisa para ajudar, pois a Polícia Civil da localidade não tinha nenhuma pista até o momento sobre os autores do crime. Naquele momento abateu-se sobre minha pessoa uma profunda tristeza, já que não pude dizer-lhe que muitos policiais federais em Brasília estavam a caça dos criminosos.
Sei que nos tempos atuais tem nos faltado motivação, e eu próprio sou um dos mais desmotivados, mas acho que devemos estudar uma forma de mobilização quando um dos nossos é vítima da violência urbana.
Não podemos deixar que outros resolvam os problemas que nos envolvem sem pelo menos participarmos, mesmo que como coadjuvantes.
Tadeu Marques RodriguesBrasilia (DF)
21/03/2011
Agradecemos o carinho e a atenção.
Meu mano NEVES, tinha muito orgulho de pertencer a essa categoria e honrava seus amigos com total lealdade.
muito grata,
Vivi
a mana
AVELINA PEREIRA NEVESBrasília (DF)
21/03/2011
Caro Lindemberg, seu comentário é muito esclarecedor. No entanto, a intenção do governo do PT foi esse mesmo, ou seja, desvincular o salario minimo das gratificações. Infelizmente nossos sindicatos e a federação não tiveram forças para evitar isso.Marcelo MeloCampo Grande (MS)
01/03/2011
Um colega me faz retroceder até a construção de Brasília cronológicamente: 1957 Pelotão da Novacap, depois Guarda Especial de Brasília(GBE); 1960, Departamento Federal de Segurança Pública já existente no DF/RJ: 1964 até essa época recebiamos na tezouraria, salario base salário minimo e gratificação a tão falada dobradinha; em 31 de março destete ano Revolução(Ditadura Militar, ai o então o Presidente Castelo Braco, decretou a Criação do Departamento de Policia Federal, abrangendo agora todo o Território Nacional, com nova nomenclatura, ai então, passamos contar com salário base de algumas graticações, depois a Reestruturação e aparecerão outra gratificações e por ultimo chegamos ao contracheque de hoje transformado em um único salário. Desculpem-me, mas aos 70 anos, resolvi em resumo relembras, as muitas fases de transformação e sacrificios que passamos, ainda não estamos como queriamos, mas melhoramos muito. Dopois então do surgimento do SINDIPOL, cada vez evoluimos mais, não deixando de exaltar também a DIREF, ANSEFE e FENAPEF, que muito tem nos beneficia na promoção de atividades sociais e apoio ás reivindicações nossa de cada dia. E muito bom saber que temos representante a altura, e prossigam, por UNIDOS VECNCEREMOS E TEREMOS MELHORIAS. A velhice chega, a nostalgia aflora e abusamos com as nossa nostalgias. Abraços deste velho Sócio Adalberto Barcellos Kuhn, perdão se cometi algum erro, a emossão nesse momento fala mais alto. Adalberto Barcellos KuhnGuará (DF)
28/02/2011
Depois de vinte e cinco anos de Polícia, aposentado por invalidez, vivi no tempo da ditadura militar como militar, tive o prazer de viver na transição democrática entre o militar e o civil tive o prazer ou desprazer de ser motorista do NEWTON CRUZ e morar em Brasília no tempo do panelaço, graças a deus tenho história para contar. Mais essa que acabo de saber sobre o caso da Escrivã em São Paulo tenho duas opiniões, ou não se faz mais policia como antigamente ou nossos novos policias não acordaram para o fato que estamos no democracia. Fico a imaginar o que será das famílias desses covardes polciais que, claro, sabendo ter mais força e poder que uma mulher a expõe ao ridículo, mesmo tendo duas servidores da segurança ao seu lado o Delegado comete essa atrocidade. Tenho dó da família dele. Dele jamais. Aqui em Recife dois infames Policiais obrigam dois presos algemados a se beijarem. Lasquem-se perca seus empregos. Outro dia uns marginais vestido de PC matam um dos melhores amigos da PF de PE. Percam seus empregos burros. Nos meus tempos de Gloriosa dei tiro, bati, corri atras de bandidos, fiz tudo que todo policial deve fazer. MAIS PELO AMOR DE DEUS COMPANHERIOS DEPOIS DE ALGEMADOS USAR DESSE ARTÍFICIO É CRIME, E TORTURA. Pois assim era bom de mais bater e matar um individuo algemados. Esses crápulas não apreendem que após a turla do estado o marginal passa a ser carga e responsabilidade do estado. Perderam a aula. Já vão tarde. Futuros vigias ou marginais, aqueles mais inteligentes serão porteiros de boates ou tomadores de conta de carro em hotel de luxo. Uma vergonha, para toda socidade que pagam a esses bichos.Luciano da Silva OliveiraPAU AMARELO - PAULISTA (PE)
23/02/2011
Hacker divulga documentos secretos da ADPF.
http://wikileaksbrasil.orgJoão da SilvaBrasília (DF)
09/02/2011
ESTÁ TUDO BEM COM AS POLICIAS BRASILEIRAS, NÃO TEM QUE MUDAR NADA, A CONFIRMAÇÃO ESTA NESSA REPORTAGEM :
SP: homens armados levam R$ 100 mil de banco de pelotão da PM
08 de janeiro de 2011 • 11h53
CÍCERO AFFONSO
Direto de Presidente Prudente
Homens armados invadiram no final da tarde da sexta-feira uma agência bancária instalada dentro de um pelotão da Polícia Militar em Avanhandava, (cidade com cerca de 12 mil habitantes no noroeste de São Paulo). Eles levaram pouco mais de R$ 100 mil em dinheiro.
Os suspeitos renderam os dois policiais que estavam de sentinela e pegaram todo o dinheiro que encontraram, além de duas pistolas da corporação. Conforme um policial civil que atendia a ocorrência, um dos homens agrediu um policial. "Um PM foi ferido, mas ele não precisou ser hospitalizado", afirmou o investigador Bareta.
O inspetor disse também que a investigação prossegue e que "o delegado que cuida do caso prossegue nas investigações e está ouvindo funcionários do banco".
O comando local da Policia Militar não prestou informações sobre o ocorrido.
Pedro RomãoBrasília (DF)
10/01/2011
O cargo de delegado só pode advir da promoção do policial de carreira
Escrito por Administrador
O Portal PFNet apresentou à deputada Perpétua Almeida (PCdoB/AC) proposta de emendas ao Projeto de Lei nº 6.493/2009. A deputada defende que o provimento no cargo de delegado só pode advir da promoção do policial de carreira, não podendo mais existir concurso público para delegado.
A deputada subscreverá as Sugestões de Emendas apresentadas pelo Portal PFNet, cuja proposta prevê a unificação de cargos iniciais e o ingresso unicamente neste cargo inicial. A proposta prevê também a promoção deste cargo para provimento do cargo delegado de polícia federal.
Dessa forma, o cargo de delegado só terá provimento por meio da promoção de policiais experientes. "Não existe concurso para Desembargador na Carreira da Magistratura, não pode haver concurso público para delegado na Polícia Federal", disse a deputada.
A deputada já havia recebido do Portal PFNet a proposta de organizaçao da carreira policial federal. Na época, conhecendo esta proposta, concordou de pronto e garantiu o apoio com emendas necessárias para alcançar esse objetivo.
Cezar MarianoTaguatinga - Brasília (DF)
10/01/2011
Mostrando página 1 de 19
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 próxima »